(Fuente: the--black-dahlia)

→ hace 22 horas - Domingo Jun 03 2012 | 14 840 notas Reblog this
origin: the--black-dahlia | via: mentes-abertas
Ela: Ele acabou com o meu dia...
Ele: Ninguém pode acabar com o seu dia,nós que damos importância a coisas insignificantes !
→ hace 22 horas - Domingo Jun 03 2012 | 561 notas Reblog this
origin: incompletavel | via: incompletavel

-Tá vendo aquela moça ali na canoa no meio do lago? Ela já foi minha. E adivinha? Não dei o devido valor. Ela sempre me bajulava, e eu achava isso melação de mais pro meu gosto. Me dava longos sermões quando eu colocava os pés encima da mesa e dizia não suportar minha desorganização. Mas, quando eu saía da porta da casa dela, era como se não tivesse alguém para chamar de namorada. Eu ia beber com qualquer uma que passava de saia na rua e achava isso o máximo. Nunca contei nada a ela. Era um perfeito canalha. -E o que aconteceu cara? -Ela ficou sabendo de tudo, como era previsto. Mas não foi de minha boca, o que tornou a situação ainda pior. Numa noite de feriado, ela havia me ligado várias vezes e mandado SMS, e eu não atendi e nem respondi nada que viesse dela. Eu estava em uma inauguração de uma boate no centro da cidade, até que meu celular tocou e era ligação restrita. Atendi. Não houvia nada, devido a música. Então saí. Quando o barulho ficou para trás consegui ouvir quem estava chorando do outro lado da linha, e o nome dela veio na minha mente. E do nada, também escutei um tu tu tu… Fui embora, atormentado com aquilo. Nunca a tinha visto chorar e pela primeira vez, me senti mal. Tentei ligar de volta, e o celular dela estava desligado. Foi aí que tudo começou. Passaram-se dois dias e as amigas dela me avisaram que ela não queria mais me ver e estava tudo acabado. Eu não me conformei com isso, e fui procurá-la. Mas de nada adiantou. -Você vacilou feio. -Eu sei. Mesmo tarde, tenho consciência da burrada que cometi. Hoje dou valor ao lembrar de como eu lhe implicava, e como era linda nervosa. Ficava emburrada, me chamava de imbecil e fazia bico. Virava para um lado e me ignorava, até que voltava de repente e me beijava. Mas eu sei também que nunca mais vou ser capaz de chamá-la de minha novamente, e muito menos amar alguém como amei ela e não percebi. Caio Castielle, efêmeras

-Tá vendo aquela moça ali na canoa no meio do lago? Ela já foi minha. E adivinha? Não dei o devido valor. Ela sempre me bajulava, e eu achava isso melação de mais pro meu gosto. Me dava longos sermões quando eu colocava os pés encima da mesa e dizia não suportar minha desorganização. Mas, quando eu saía da porta da casa dela, era como se não tivesse alguém para chamar de namorada. Eu ia beber com qualquer uma que passava de saia na rua e achava isso o máximo. Nunca contei nada a ela. Era um perfeito canalha.
-E o que aconteceu cara?
-Ela ficou sabendo de tudo, como era previsto. Mas não foi de minha boca, o que tornou a situação ainda pior. Numa noite de feriado, ela havia me ligado várias vezes e mandado SMS, e eu não atendi e nem respondi nada que viesse dela. Eu estava em uma inauguração de uma boate no centro da cidade, até que meu celular tocou e era ligação restrita. Atendi. Não houvia nada, devido a música. Então saí. Quando o barulho ficou para trás consegui ouvir quem estava chorando do outro lado da linha, e o nome dela veio na minha mente. E do nada, também escutei um tu tu tu… Fui embora, atormentado com aquilo. Nunca a tinha visto chorar e pela primeira vez, me senti mal. Tentei ligar de volta, e o celular dela estava desligado. Foi aí que tudo começou. Passaram-se dois dias e as amigas dela me avisaram que ela não queria mais me ver e estava tudo acabado. Eu não me conformei com isso, e fui procurá-la. Mas de nada adiantou.
-Você vacilou feio.
-Eu sei. Mesmo tarde, tenho consciência da burrada que cometi. Hoje dou valor ao lembrar de como eu lhe implicava, e como era linda nervosa. Ficava emburrada, me chamava de imbecil e fazia bico. Virava para um lado e me ignorava, até que voltava de repente e me beijava. Mas eu sei também que nunca mais vou ser capaz de chamá-la de minha novamente, e muito menos amar alguém como amei ela e não percebi. Caio Castielle, efêmeras

→ hace 22 horas - Domingo Jun 03 2012 | 297 notas Reblog this
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(Fuente: incompletavel)

→ hace 22 horas - Domingo Jun 03 2012 | 568 notas Reblog this
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